A seguir:
- Belo Horizonte recebe evento gratuito focado em blockchain e Web3 no dia 20 de maio, no Teatro Francisco Nunes
- Iniciativa reúne Solana, RedotPay e OAB Minas com apoio institucional da Prefeitura de BH
- Objetivo é conectar executivos e empresas a aplicações práticas de blockchain já em operação no Brasil
Belo Horizonte entra no mapa nacional do blockchain com força. No dia 20 de maio, das 9h às 19h, o Teatro Francisco Nunes recebe o BH ONCHAIN, um encontro pensado para aproximar o mercado institucional mineiro das tecnologias blockchain e Web3, não pela teoria, mas por aplicações reais e casos já em funcionamento no mercado brasileiro.
O evento é gratuito e nasce de uma constatação direta: Belo Horizonte já tem estrutura para se tornar uma referência nacional em blockchain, mas ainda falta o elo entre quem desenvolve a tecnologia e quem pode implementá-la. O BH ONCHAIN surge para preencher esse espaço.
BH ONCHAIN conecta tecnologia blockchain ao ambiente corporativo
A iniciativa conta com apoio institucional da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Prodabel, órgão municipal de tecnologia.
Entre as organizações confirmadas na programação estão a Solana, uma das maiores infraestruturas globais de blockchain atualmente em operação; a RedotPay, plataforma de pagamentos com ativos digitais presente em múltiplos mercados; e a OAB Minas, representada pela Comissão de Direito em Criptoativos, Blockchain e Tokenização.
Além dessas organizações, o evento também articula comunidades locais que já atuam na construção do ecossistema em BH, como Offchain, BitDevs, Blockchain na Escola e Parabuilders.
Ao reunir esses grupos com executivos e tomadores de decisão, o BH ONCHAIN cria uma ponte rara entre desenvolvimento técnico e adoção corporativa.
Programação aborda tokenização, regulação e infraestrutura blockchain na prática
A grade do evento cobre temas que hoje movem decisões reais de negócio: tokenização de ativos, pagamentos digitais, privacidade em redes distribuídas, regulação de criptoativos no Brasil e integração de infraestrutura blockchain com sistemas financeiros tradicionais.
Cada sessão tem foco em execução, não em especulação ou conceitos abstratos.
“Não é apenas sobre o evento, mas sobre o que pode ser construído a partir dele”, afirma Gabriel, um dos organizadores do BH ONCHAIN.
Esse posicionamento orienta toda a curadoria: builders, protocolos, desenvolvedores e executivos dividem o mesmo palco para discutir o que já funciona e o que está sendo construído agora.
A escolha de tornar os ingressos gratuitos também é estratégica. O entendimento dos organizadores é que barreiras de acesso travam justamente o tipo de conversa que precisa acontecer, aquela entre quem já opera em blockchain e quem ainda está avaliando uma primeira implementação real.
Belo Horizonte tem estrutura para liderar a blockchain no Brasil
A cidade reúne condições que poucas outras capitais brasileiras oferecem de forma combinada: universidades com capacidade de pesquisa aplicada, empresas com musculatura técnica para implementação e um ecossistema de comunidades ativas que já experimentam blockchain no dia a dia. O que faltava era um ponto de convergência entre essas forças.
O BH ONCHAIN posiciona Belo Horizonte nesse papel de forma deliberada. Ao reunir infraestruturas globais de blockchain com atores locais e suporte institucional da própria prefeitura, o evento cria um precedente: o mercado institucional mineiro não precisa esperar que São Paulo ou Rio de Janeiro liderem esse processo.
Por isso, o encontro tem um caráter que vai além da programação de um dia. A aposta dos organizadores é que as conexões formadas no Teatro Francisco Nunes em 20 de maio resultem em projetos concretos, parcerias e implementações que reforcem o posicionamento de BH no ecossistema nacional de blockchain nos próximos meses.
Os ingressos estão disponíveis em luma.com/2md7imv5 e informações oficiais podem ser acessadas em bhonchain.com.br.


