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7 criptomoedas para acompanhar em outubro

Veja as sete criptos promissoras para outubro de 2026 na seleção do Mercado Bitcoin e conheça os catalisadores e riscos de cada ativo.

Representação de Bitcoin e Ethereum entre as criptos promissoras para outubro de 2026.

A seguir:

  1. Bitcoin integra as criptos promissoras para outubro com destaque para ETFs e sazonalidade.
  2. Ethereum e Solana aparecem entre as criptos promissoras para outubro com atualizações e mudanças na oferta.
  3. A tokenização sustenta parte das teses das criptos promissoras para outubro, com riscos de execução e adoção.

O Bitcoin, Ethereum e outros cinco projetos integram a seleção de criptomoedas promissoras para outubro de 2026 do Mercado Bitcoin.

O relatório reúne ativos com diferentes catalisadores, entre eles a entrada de recursos em ETFs, atualizações de redes e a expansão da tokenização, que leva investimentos tradicionais para a blockchain.

Além dos dois maiores criptoativos, a lista inclui Solana, Chainlink, Avalanche, Ondo Finance e Injective. A análise combina fundamentos e comportamento dos preços para explicar os destaques. Entretanto, os alvos técnicos representam cenários condicionais, que dependem da continuidade da demanda e da confirmação dos movimentos de mercado.

Bitcoin lidera as criptomoedas para outubro

O Bitcoin abre a seleção com dois argumentos: sazonalidade e demanda institucional. Segundo o documento, outubro apresenta a maior mediana de retorno mensal do BTC desde 2011, próxima de 14%. Esse histórico originou o apelido “Uptober”, embora não assegure que o mercado repetirá o desempenho.

Na semana encerrada em 25 de setembro, os ETFs à vista americanos receberam aproximadamente US$ 2,4 bilhões líquidos, a maior entrada semanal de 2026. Na análise técnica, a região de US$ 89,5 mil aparece como próximo teste. Um rompimento consistente poderia favorecer movimentos até US$ 95 mil.

Ethereum e Solana

Já o Ethereum chama atenção pela menor disponibilidade de moedas para negociação. O levantamento aponta mais de 43,2 milhões de ETH em staking, mecanismo que ajuda a validar a rede. Enquanto isso, o saldo nas corretoras caiu de 22,9 milhões para 6,06 milhões desde 2020, uma redução próxima de 73%.

Nesse contexto, uma recuperação da procura poderia pressionar os preços. Além disso, o relatório aponta um teste da atualização Glamsterdam na rede Sepolia para 6 de outubro. O cenário técnico considera US$ 2.500 uma região importante e indica US$ 3.250 como possível objetivo, caso o ativo sustente a recuperação.

Para a Solana, o principal catalisador tecnológico envolve o Alpenglow, previsto no documento para outubro com o Agave 4.3. A proposta busca reduzir o tempo de finalização das transações de cerca de 12,8 segundos para 150 milissegundos. Contudo, o cronograma depende da liberação da atualização.

Outro destaque envolve o Project Harmonia, parceria com a Allfunds para ampliar a distribuição institucional de fundos tokenizados. A etapa atual termina em 24 de outubro. No gráfico, a manutenção acima de US$ 110 poderia favorecer uma aproximação da faixa entre US$ 140 e US$ 150.

Tokenização impulsiona outras criptomoedas

A Chainlink integra a lista por conectar blockchains a informações externas e permitir comunicação entre redes. Seu protocolo CCIP movimentou US$ 4,9 bilhões no segundo trimestre, crescimento de 353% em um ano. A análise acompanha a resistência entre US$ 14 e US$ 15, cujo rompimento poderia abrir espaço para US$ 20.

Por sua vez, a Avalanche chega a outubro após a atualização Helicon, que o documento situa em 22 de setembro. Entre as mudanças, o relatório destaca a redução do prazo mínimo de staking para 48 horas. Entretanto, parte dos ajustes econômicos entra gradualmente ao longo de 90 dias, o que limita expectativas de impacto imediato.

Na Ondo Finance, o foco recai sobre os Intelligent Portfolios, lançados em 24 de setembro. Os três primeiros produtos reúnem estratégias desenvolvidas pela BlackRock para a plataforma. Assim, o projeto amplia sua atuação para carteiras representadas por um único token. A análise aponta US$ 0,70 como referência técnica.

Por fim, a Injective combina infraestrutura financeira com mecanismos de redução da oferta. O relatório informa que a Injective Institutional Services obteve registro de transfer agent na SEC. Também destaca o Stockdrop, que permite queimar INJ em troca de recompensas ligadas a ações tokenizadas. No gráfico, US$ 10 representa a próxima resistência relevante.

O que acompanhar em outubro

Apesar dos catalisadores, o documento apresenta condições para cada cenário. A oferta restrita de ETH depende de demanda, enquanto atualizações podem enfrentar atrasos. Da mesma forma, o avanço da tokenização depende da adoção institucional e das regras aplicáveis. Portanto, anúncios e melhorias tecnológicas, isoladamente, não garantem valorização dos respectivos tokens.

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