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Mulheres que Codam leva blockchain ao Expo Favela RJ

O programa Mulheres que Codam leva formação em tecnologia e um inovador modelo de doação via blockchain ao Expo Favela Rio 2026. Saiba mais.

Mulher participante do programa Mulheres que Codam em estande do Expo Favela RJ 2026 com notebook, representando inclusão tecnológica em periferias

A seguir:

  1. O programa Mulheres que Codam marca presença no Expo Favela RJ 2026, no Museu do Amanhã, com estande dedicado à conexão entre comunidade periférica e mercado de tecnologia.
  2. A iniciativa forma mulheres de favelas em programação, blockchain e tecnologias emergentes, unindo capacitação técnica e desenvolvimento comportamental para garantir empregabilidade real.
  3. O Mulheres que Codam utiliza infraestrutura blockchain com a plataforma Stellar para receber doações com transparência e rastreabilidade, inovando também em seu modelo de financiamento.

O mercado de tecnologia cresce em ritmo acelerado no Brasil, mas ainda deixa para trás uma parcela enorme da população.

Mulheres de favelas e comunidades periféricas enfrentam barreiras históricas para acessar formação técnica de qualidade e, consequentemente, vagas em um setor que paga os melhores salários do país.

É exatamente esse cenário que o programa Mulheres que Codam se propõe a transformar e a iniciativa chega ao Expo Favela Rio de Janeiro 2026 para mostrar que esse caminho já está sendo construído.

A group of young women celebrating an achievement, holding blue roll certificates and wearing matching t-shirts, posed in a lively manner on a stage with a colorful backdrop.

Mulheres que Codam marcam presença no Museu do Amanhã

Entre os dias 27 e 29 de março, o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, recebe o Expo Favela RJ 2026, um dos eventos mais representativos da economia criativa e do empreendedorismo periférico no país.

O programa Mulheres que Codam terá um estande próprio durante os três dias de evento, dedicado à apresentação do projeto, à conexão com empresas parceiras e ao fortalecimento de alianças estratégicas que ampliem o alcance da iniciativa.

A participação no Expo Favela representa um novo ciclo de visibilidade e expansão para o programa.

O estande funcionará como um ponto de encontro entre comunidade e mercado, onde o projeto apresenta seus resultados concretos, seu modelo de atuação e as oportunidades abertas para empresas, investidores e organizações que buscam unir impacto social e desenvolvimento econômico real.

O que o programa oferece às participantes

Mais do que um curso de programação, o Mulheres que Codam atua como uma plataforma de transformação social.

A formação técnica contempla áreas como programação, blockchain e tecnologias emergentes e vem acompanhada do desenvolvimento de habilidades comportamentais fundamentais para o mercado de trabalho.

Além disso, o programa oferece suporte estruturado para garantir que as participantes permaneçam no projeto e avancem em sua trajetória profissional.

Dessa forma, a iniciativa não apenas entrega conteúdo técnico, ela constrói autonomia.

Mulheres de periferias passam a ter acesso a um mercado que, historicamente, foi pouco acessível para elas, tanto pela falta de formação quanto pela ausência de redes de conexão com empresas do setor.

Blockchain também no modelo de financiamento do projeto

Um dos aspectos mais inovadores do Mulheres que Codam está justamente em como o programa financia suas próprias operações.

Com DNA tecnológico do início ao fim, o projeto recebe doações por meio de infraestrutura baseada em blockchain, com apoio da plataforma Stellar.

Esse modelo garante transparência total nas contribuições, rastreabilidade dos recursos e facilita o acesso de apoiadores nacionais e internacionais.

Assim, quem deseja contribuir com a iniciativa pode fazê-lo diretamente pela plataforma oficial do projeto, com a segurança de uma tecnologia que elimina intermediários e torna cada doação verificável.

Trata-se de uma solução alinhada com o próprio conteúdo que o programa ensina e que reforça a coerência entre discurso e prática.

Por que iniciativas como essa são urgentes

O mercado de tecnologia brasileiro enfrenta um paradoxo: faltam profissionais qualificados ao mesmo tempo em que a diversidade segue sendo um desafio estrutural no setor.

Iniciativas como o Mulheres que Codam atacam esse problema diretamente ao formar talentos fora dos centros tradicionais, ampliando o acesso ao mercado tech para quem mais precisa e, ao mesmo tempo, respondendo à demanda real das empresas por mão de obra especializada.

“Nosso objetivo é preparar mulheres para ocupar um mercado que ainda é pouco acessível para elas, especialmente quando falamos de periferias.

Estar no Expo Favela é uma oportunidade de mostrar que já existem caminhos concretos para transformar essa realidade”, afirma Alessandra Caldeira, fundadora do Instituto Florescer Caldeira.

Mulheres que Codam: inclusão que gera renda e transforma comunidades

O programa integra as ações do Instituto Florescer Caldeira e une educação, inovação e impacto social em um modelo replicável e sustentável.

Ao conectar inclusão produtiva com as novas economias digitais, o projeto demonstra que periferias não são apenas receptoras de políticas sociais, são, também, celeiros de talentos tecnológicos prontos para o mercado.

A presença no Expo Favela RJ 2026 reforça esse posicionamento e abre novas portas para que o Mulheres que Codam continue expandindo seu alcance, suas parcerias e, sobretudo, o número de mulheres que constroem uma nova trajetória por meio da tecnologia.

Última atualização em 07/04/26 por Viviane Pedro

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