Recentemente, o Relatório de Riqueza Global de 2023, elaborado pela UBS em parceria com a Credit Suisse, revelou que, apesar do crescente interesse global em criptomoedas e no Bitcoin, o impacto na criação de milionários ainda está limitado.
De acordo com o documento, entre os 59,4 milhões de milionários ao redor do mundo, apenas uma pequena parcela atribui sua riqueza às criptomoedas.
Embora o mercado cripto seja promissor, enfrentou desafios consideráveis no último ano. A queda de grandes players como FTX, Alameda Research, LUNA, Terra USD e as dificuldades enfrentadas pela Binance geraram incertezas e abalaram a confiança dos investidores no mercado.
Apesar disso, cerca de 88.200 pessoas ao redor mundo do acumularam entre 1 e 99 milhões de dólares com criptomoedas. Sendo que, 40.500 alcançaram esse patamar investindo exclusivamente em Bitcoin.
Enquanto isso, entre os países adotantes os Estados Unidos lideram o ranking, seguido por Índia, China, Brasil e Rússia. Já Singapura, Suíça, Emirados Árabes Unidos, Hong Kong, Austrália, Reino Unido, Canadá, Malta e Malásia oferecem uma infraestrutura favorável e alta adoção pública
Relatório da Henley & Partners, publicado no final de 2023
Volatilidade e queda recente
Em março de 2023, o Bitcoin atingiu uma alta histórica, ultrapassando os 73 mil dólares. Contudo, os últimos meses presenciaram uma relativa estabilidade, com uma queda preocupante durante o mês de julho, levando o preço da moeda para pouco mais de US$ 56 mil.
As flutuações da criptomoeda, em alguns casos, foram destrutivas, exigindo mais cuidado e atenção dos investidores. O mercado cripto, apesar do gigantesco potencial, ainda apresenta riscos e incertezas.
Embora existam àqueles que construíram sua fortuna com criptoativos, o número é significativamente menor do que se imagina, e a maioria desses investidores diversificou seus portfólios além do Bitcoin.


