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IslandDAO reúne startups de 30 países em Florianópolis para desenvolver projetos na Solana

Quinta edição do IslandDAO trouxe fundadores e desenvolvedores de mais de 30 países para Florianópolis em imersão de quatro semanas na rede Solana.

Uma mesa de coworking comunitária com notebooks abertos, cadernos e crachás de evento, vista de cima, sem rostos em destaque, Espaço de coworking em Florianópolis com vista para a

Florianópolis sediou a quinta edição do IslandDAO, programa de imersão internacional voltado ao desenvolvimento de startups na rede Solana, reunindo fundadores, engenheiros e desenvolvedores de mais de 30 países em um regime intensivo de trabalho colaborativo.

A seguir:

  • Como o evento foi estruturado e quem participou
  • Quais projetos foram apresentados no Demo Day
  • Por que Florianópolis se posiciona como polo de blockchain na América Latina

O programa ocorre de 19 de outubro a 11 de novembro de 2026, com cerca de quatro semanas de coworking, workshops, mentorias e prototipagem de produtos descentralizados.

O Demo Day, etapa de apresentação dos projetos desenvolvidos durante a imersão, aconteceu no dia 29 de outubro, em Jurerê, e reuniu projetos voltados a tokenização imobiliária, investimentos globais e pagamentos.

A iniciativa contou com o apoio do Superteam Brasil e incluiu 14 vencedores de hackathons da Colosseum entre os participantes. O grupo trabalhou em conjunto para construir soluções blockchain direcionadas a problemas reais, aproveitando a infraestrutura de alta performance da rede Solana.

Florianópolis já é reconhecida como polo tecnológico com milhares de empresas de software e hardware. A escolha da cidade para sediar a primeira edição do IslandDAO na América Latina reforça essa trajetória e coloca a capital catarinense em posição de destaque no mapa global de Web3.

Quatro semanas de imersão e projetos voltados a casos reais

O formato do IslandDAO v5 combina workshops técnicos com sessões de mentoria e desenvolvimento acelerado de produtos. Os participantes chegaram de mais de 30 países e trabalharam em regime de coworking durante as semanas do programa, com foco em construir protótipos funcionais antes do Demo Day.

Entre os projetos apresentados estavam soluções de tokenização de imóveis, plataformas de investimento com acesso global e ferramentas de pagamento descentralizado. A presença de vencedores de hackathons da Colosseum deu ao grupo uma base técnica consolidada para avançar mais rapidamente na prototipagem.

O Superteam Brasil atuou como estrutura de suporte ao longo de todo o programa, conectando os participantes internacionais à rede local de desenvolvedores e empreendedores do setor. Esse apoio foi destacado por um dos organizadores como determinante para o resultado do evento.

“Esse sucesso não seria possível sem o apoio do Superteam Brasil. Estamos extremamente entusiasmados com o futuro da Solana na América Latina.”

Takisoul, organizador do IslandDAO

Florianópolis como referência global no segmento

A cidade acumula histórico de mais de uma década de movimentação no setor de tecnologia e blockchain. Para um dos nomes por trás do IslandDAO, ver Florianópolis ocupar esse espaço é resultado direto de um trabalho de longo prazo.

“O evento, que reúne fundadores de startups do mundo todo, mostra como o Brasil e Floripa estão cada vez mais no radar e na liderança do ecossistema de startups blockchain. Nós começamos esse movimento na ilha há mais de 10 anos, e ver hoje ela se tornar uma referência global no nosso nicho é muito realizador.”

Kauê Cano, representante do Superteam Brasil

A realização do Demo Day em Jurerê, bairro nobre da cidade, também sinalizou a intenção de associar o evento a um ambiente de alto padrão para atrair fundadores e investidores internacionais. O formato aberto ao público ampliou o alcance além dos participantes diretos do programa.

A presença da Solana em discussões regulatórias no Brasil, que incluiu encontros com a CVM, B3 e Ripple para tratar de tokenização, também contribui para o contexto favorável ao desenvolvimento de projetos na rede no país. O IslandDAO chega em um momento em que a Solana amplia sua presença institucional no mercado brasileiro.

América Latina no mapa da Solana

A escolha de Florianópolis para sediar a primeira edição latino-americana do IslandDAO não foi casual. A cidade combina infraestrutura tecnológica consolidada, custo de vida relativamente acessível para padrões internacionais e uma comunidade ativa de desenvolvedores Web3.

O programa também se conecta a um movimento mais amplo de expansão da Solana na região. A rede tem atraído eventos, hackathons e iniciativas de formação em vários países da América Latina, com o Brasil ocupando posição central nessa estratégia.

A visibilidade crescente da Solana no Brasil vem acompanhada de episódios que testam a maturidade do ecossistema local, o que torna ainda mais relevante o investimento em formação técnica e desenvolvimento de projetos com base sólida.

O IslandDAO v5 se encerra em 11 de novembro de 2026, com os projetos desenvolvidos durante o programa seguindo para fases de refinamento e captação.

Perguntas frequentes

O IslandDAO aceita participantes brasileiros ou é voltado apenas a estrangeiros?

O programa é internacional e aberto a fundadores, engenheiros e desenvolvedores de qualquer país. A edição realizada em Florianópolis contou com participantes de mais de 30 países, incluindo o Brasil, e teve suporte direto do Superteam Brasil durante toda a imersão.

É preciso ter experiência prévia com Solana para participar do IslandDAO?

O perfil dos participantes desta edição inclui vencedores de hackathons da Colosseum, o que indica que o programa é direcionado a quem já tem base técnica. O foco está em desenvolvimento acelerado de produtos e prototipagem, não em introdução à tecnologia.

Como acompanhar os projetos desenvolvidos durante o IslandDAO v5?

Os projetos foram apresentados no Demo Day realizado em 29 de outubro de 2026, em Jurerê, Florianópolis. O programa segue até 11 de novembro de 2026, e os times continuam em fase de refinamento e eventual captação de investimento após o encerramento da imersão.

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