Entrando em uma nova fase, o mercado de robôs inteligentes tem apresentado avanços significativos em automação e inteligência artificial (IA). Como resultado, empresas como Mercedes-Benz, BMW e Amazon começaram a utilizar robôs humanoides, ainda em fase de testes, em seus processos internos.
Esses humanoides agora possuem a capacidade de aprender e executar tarefas complexas. Isso ocorre por meio de aprendizado adaptativo, com execução de tarefas variadas e processamento em tempo real.
Equipados com câmeras e sensores, eles são capazes de analisar o ambiente e ajustar suas ações, evitando obstáculos e superando barreiras antes desafiadoras.
Vale destacar que, com a adoção das máquinas para suprir a escassez de mão de obra, será cada vez mais comum, nos próximos anos, vermos as máquinas convencionais tornando-se obsoletas, perdendo espaço para os novos robôs humanoides.
Mas não é como se não tivéssemos passado por algo semelhante anteriormente.
Todos se lembram do rádio, uma tecnologia inovadora à sua época. No entanto, com a chegada de aparelhos mais avançados, que ofereciam uma experiência superior — como televisores, projetores e celulares —, o rádio logo perdeu espaço e foi rapidamente substituído.
Como a robótica e a inteligência artificial caminham juntas, é importante destacar que o crescimento de uma influencia diretamente o avanço da outra. Assim, projetados para simular aspectos da inteligência humana e realizar funções específicas, como aprendizado, resolução de problemas e tomada de decisões, os robôs humanoides tornam-se o sonho de consumo das empresas.
Contudo, a inteligência artificial ainda opera em um nível inteiramente técnico, através de programações, diferente da inteligência humana, que envolve emoções, criatividade intuitiva e consciência — fatores que limitam a aplicação dos robôs em determinadas áreas.
Mercado Bilionário em Ascensão, aponta Goldman Sachs

A Goldman Sachs, uma das maiores e mais influentes instituições financeiras do mundo, estima que o mercado de robôs humanoides poderá alcançar US$ 38 bilhões até 2035.
A projeção aponta que o número de robôs em uso global quadruplicará até lá, impulsionado por avanços tecnológicos — especialmente em inteligência artificial — e por investimentos no setor.
Além disso, com a queda de aproximadamente 40% nos custos de produção e das próprias máquinas, o desenvolvimento e a adoção dos robôs humanoides se tornarão cada vez mais acessíveis e rentáveis.
Em recente relatório, a Goldman Sachs destaca diversos pontos positivos para o mercado de robôs humanoides, prevendo impactos benéficos na economia, sobretudo no preenchimento de lacunas em setores com escassez de mão de obra.
Essa perspectiva oferece uma visão mais otimista sobre a tecnologia, embora ainda exista insegurança entre a população em relação à possível substituição de empregos por máquinas.




