A BLOXtrade, empresa especializada em pagamentos internacionais e stablecoins, confirmou presença no Blockchain.RIO 2026 com estande próprio e participação em três painéis nos dias 12 e 13 de agosto no ExpoRio.
O destaque da programação da empresa é um painel exclusivo no dia 13 de agosto, às 12h55, no Trends Stage: “Day After da Regulação: Parcerias, Aquisições, Extinção, Fim de ciclos, Oportunidades e Desafios“.
O painel discute os cenários operacionais, lacunas e oportunidades práticas após o prazo regulatório de 30 de outubro fixado pelo Banco Central para o setor de criptoativos.
A agenda completa da BLOXtrade no evento:
- 12/08 às 14h30 — Main Stage: “Stablecoins: Shaping the Future of Digital Payments“, com Alessandro Bianchi, fundador da BLOXtrade.
- 13/08 às 11h20 — Stablecoin Brasil Stage: “Stablecoins e o futuro do câmbio“, com Alessandro Bianchi.
- 13/08 às 12h55 — Trends Stage (painel exclusivo): “Day After da Regulação“, mediado por Diego Martins, sócio da BLOXtrade e especialista em regulação. Participantes: Mateus Prestes (COO da Mirae Asset), Evandro Caciano (Head Financial Service da Logcomex), Paulo Junior (CEO da BlockRiver) e Manuel Almeida (CEO da Bass Pago).
O estande da BLOXtrade fica no 2º pavimento da área de exposição do ExpoRio e inclui espaço exclusivo para o podcast Café com Ferri ao vivo com convidados.
“O Blockchain.RIO se consolidou como o principal ponto de encontro para discutir a convergência entre o mercado financeiro tradicional e a infraestrutura digital. Nossa participação com estande e painéis próprios reflete o compromisso da BLOXtrade em liderar a construção de soluções seguras, ágeis e totalmente reguladas para a tesouraria corporativa e o comércio exterior no Brasil e no mundo”, disse Bianchi.
O painel do dia 13 chega num contexto regulatório denso: o BCB confirmou via LAI que estuda retenção preventiva de stablecoins por até 24 horas, classificou como “não lícitas” operações cambiais de fundos para importar cripto e mantém prazo de outubro como marco para autorização de PSAVs.
O “day after” que o painel propõe debater pode ser mais disruptivo do que o próprio prazo.


