Em 2023, o mundo oscilou entre a incerteza econômica e tecnológica. De guerras em Israel e na Ucrânia à ciberataques, eleição presidencial nos Estados Unidos (EUA), e o rápido desenvolvimento da inteligência artificial, muita coisa aconteceu.
Na internet, notícias (reais ou não) viajaram na velocidade da luz, e ataques hackers representaram um risco eminente, com potencial para desestabilizar o mundo todo.
Abaixo, está uma lista dos grupos de hackers mais perigosos da Internet em 2023. Confira:
Cl0p
De acordo com a Chainalysis, 2023 foi o segundo pior ano em termos de extorsões coletadas através de ataques ransomware. No entanto, o grupo Cl0p parece ter feito o maior estrago.
Os hackers do Cl0p exploraram uma vulnerabilidade zero-day, impactando mais de 2.000 organizações com malware. A empresa médica Maximus perdeu o controle de dados para 8 milhões de pessoas.
No total, pelo menos 62 milhões de indivíduos foram afetados. Contudo, o grupo permanece em liberdade.
Alphv
Vinculado ao ataque de 2021 ao Colonial Pipeline, maior sistema de oleodutos dos EUA, o grupo Alphv causou US$100 milhões em danos à MGM Resorts International, ao derrubar o sistema de toda a sua rede de hotéis e cassinos.
Alphv, também conhecido como Black Cat, teve seu site apreendido pelo FBI na dark web. Porém, o grupo permanece ativo.
Sandworm
Apesar de sanções, os hackers de inteligência militar da Rússia, conhecidos como Sandworm, seguem firmes e fortes.
No último ano, os supostos ciberataques do Sandworm à infraestrutura ucraniana, incluindo serviços públicos e comunicações, reforçaram seu status como uma grande ameaça da internet.
Volt Typhoon
Revelado pela Microsoft, o grupo hacker chinês Volt Typhoon inseriu malware nas redes de energia dos EUA, visando infraestrutura crítica do país.
De acordo com analistas, o grupo considerado um “Sandworm da China” é um possível disruptor de crises, o que levanta preocupações sobre suas intenções em meio às crescentes tensões entre China e Taiwan.
Predatory Sparrow
Por fim, o pouco conhecido Predatory Sparrow, grupo auto-denominado hacktivista, chamou a atenção por ciberataques a empresas iranianas.
O governo iraniano afirma que o grupo está ligado ao Estado israelense, e suas ações estão monitoradas de perto após supostamente desabilitarem 70% dos postos de gasolina em todo o Irã, em um segundo ataque significativo.
Com informações da WIRED.
Última atualização em 05/02/24 por TechCripto


