Depois de superar a barreira dos US$ 50.000 nesta quarta-feira (14), o Bitcoin (BTC) ultrapassou US$ 1 trilhão em valor de mercado. A principal criptomoeda do mercado já acumula uma alta de 18,61% nos últimos sete dias.
Com um volume total negociado nas últimas vinte e quatro horas acima dos US$ 39 bilhões, o Bitcoin enfrentou uma jornada intensa nos primeiros meses do ano, até atingir o novo marco.
No momento, o BTC está sendo negociado em US$ 51.199,42, refletindo um aumento de 5,67% desde ontem, conforme dados do CoinMarketCap.
Bitcoin está a caminho de nova máxima histórica?
O Bitcoin atualmente detém uma capitalização de mercado de US$ 1,01 trilhão, o que representa uma dominância de 50,04% no mercado de criptomoedas. Como consequência dos últimos acontecimentos, o Índice de Medo e Ganância do BTC é de 74 para Ganância no momento da redação.
Anteriormente, o Bitcoin atingiu o marco de capitalização de mercado de US$ 1 trilhão em novembro de 2021, após um mercado em alta que impulsionou o BTC para uma breve alta histórica de US$ 69.000.
Na época, o efeito se espalhou por todo o ecossistema cripto, resultando em uma capitalização de mercado combinada de US$ 3 trilhões em criptomoedas.
Fatores que influenciam o preço do Bitcoin

Nos últimos anos, o Bitcoin resistiu às diversas turbulências no cenário macroeconômico, como a inflação surpreendentemente forte nos EUA, guerras, a queda em índices como S&P 500 e nos rendimentos do ouro.
O preço do Bitcoin triplicou desde o início de 2023, marcando um retorno do colapso das criptomoedas em 2022. Atulamente, as apostas no mercado de opções indicam que os traders estão buscando quebrar o recorde de quase US$ 69.000 estabelecido em novembro de 2021.
Alguns dos fatores que habilitaram a recente alta do BTC e o sentimento positivo dos investidores foi o crescimento do interesse institucional, a maior participação de investidores de varejo e o aumento no reconhecimento da moeda como reserva de valor.
Além disso, a aprovação dos Estados Unidos (EUA) para os fundos de investimentos (ETFs) de Bitcoin à vista em 10 de janeiro parece ter sido o impulso que faltava para a cripto se libertar em busca de novas máximas.
O que pode ter influenciado tudo isso, no entanto, é o halving do Bitcoin. Um evento que, a cada quatro anos, corta pela metade o suprimento do maior ativo digital do mundo. O próximo halving está previsto para abril de 2024.


