Em 29 de setembro de 2025, o Banco Safra anunciou oficialmente o lançamento do Safra Dólar, sua própria stablecoin lastreada em dólar.
O ativo digital foi desenvolvido em parceria com a Hamsa, empresa especializada em tokenização de dados, e está registrado em uma blockchain privada do próprio banco.
Dessa forma, o Safra entra de vez no mercado de ativos digitais regulados, oferecendo aos clientes uma alternativa segura para dolarizar patrimônio sem precisar abrir conta no exterior.
Como funciona o Safra Dólar e o que ele oferece aos investidores
O Safra Dólar é uma stablecoin com lastro fiduciário na proporção de 1:1 com o dólar americano. Além disso, o produto foi desenhado para atender tanto clientes pessoa física quanto jurídica, com aporte mínimo de R$ 1 mil e liquidez em D+1.
Blockchain privada e rastreabilidade
As transações com o Safra Dólar são registradas em uma rede blockchain própria do banco. Sendo assim, o sistema garante rastreabilidade, segurança e previsibilidade. Em resumo, o modelo reforça a proteção patrimonial e a transparência das operações.
Alternativa à conta em dólar
O banco destaca que o Safra Dólar permite exposição ao dólar sem a necessidade de abrir conta fora do país.
Inclusive, o ativo pode ser adquirido diretamente pelo aplicativo do banco ou via internet banking. Dessa forma, o acesso ao criptoativo se torna simples e direto para o investidor brasileiro.
Estratégia digital do Banco Safra e expansão no setor cripto
O lançamento do Safra Dólar faz parte da estratégia de ampliação da atuação do banco no setor de ativos digitais. Assim sendo, o Safra reforça sua presença em um mercado que cresce rapidamente no Brasil.
Produtos cripto já lançados pelo banco
- Fundo SAF Cripto Selection, com cesta de criptomoedas
- Fundo lastreado em Bitcoin via ETF da BlackRock (IBIT39)
- Investimentos com liquidez em D+2 e aporte mínimo de R$ 5 mil
- Taxa de administração de 1,5% ao ano
Crescimento do mercado de stablecoins no Brasil
Igualmente, o Safra acompanha o avanço das stablecoins como instrumentos financeiros legítimos.
Inclusive, o banco destaca que o Safra Dólar se alinha ao movimento de digitalização do sistema financeiro nacional, que inclui iniciativas como o Drex e a regulação de criptoativos pela CVM.
Implicações para o sistema financeiro e próximos passos
O Safra Dólar pode influenciar outros bancos a seguirem o mesmo caminho. Por fim, o produto reforça a tendência de integração entre instituições tradicionais e tecnologias descentralizadas.
O que esperar do Safra Dólar nos próximos meses
A expectativa é que o banco amplie o uso da stablecoin em operações de câmbio, pagamentos internacionais e proteção cambial. Dessa forma, o Safra Dólar pode se tornar uma referência entre ativos digitais emitidos por instituições bancárias no Brasil.


