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Tokens digitais no agronegócio: a chegada do Agrotoken

Descubra como a Agrotoken está criando tokens digitais lastreados em commodities agrícolas, revolucionando o agronegócio com a tecnologia blockchain.

Tokens digitais no agronegócio: a chegada do Agrotoken

Agrotoken, pioneira no setor de tokens fungíveis a partir de commodities agrícolas, se instala em São Paulo

A empresa utiliza a tecnologia blockchain para criar tokens digitais lastreados em produtos reais, como grãos de soja, milho, trigo e café. Afim de facilitar as negociações e democratizar o acesso a esses ativos

De acordo com um relatório desenvolvido pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a próxima safra de soja, milho e outras leguminosas deve ultrapassar os 300 milhões de toneladas, superando a do ano anterior. 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estimou que a campanha de 2023 bateu o recorde histórico graças às condições climáticas e à expansão da área colhida, tendo o Mato Grosso, como o principal produtor de soja.

Segundo as estimativas dos últimos meses, o Brasil deve ocupar o terceiro lugar, atrás da China e dos Estados Unidos, como o maior produtor agrícola do mundo. 

Dentro desse cenário positivo, a Agrotoken se tornou a primeira empresa global de tokenização a oferecer várias opções para operar diariamente usando a safra tokenizada como backup.

Quem é a Agrotoken?

A Agrotoken é pioneira na tokenização de commodities agrícolas, focada em trazer mais transparência e eficiência ao setor agro. 

Fundada em 2021 por Eduardo Novillo Astrada e Ariel Scaliter, a instituição está em processo de crescimento global, já que São Paulo é um passo estratégico no seu desenvolvimento orgânico. 

A empresa atua principalmente na América Latina, com uma forte presença no Brasil e na Argentina, dois dos maiores produtores agrícolas do mundo. 

Eles planejam expandir as suas operações para outros mercados agrícolas, como os Estados Unidos, aproveitando o crescimento global da demanda por soluções digitais no setor de commodities.

O Techcripto conversou com Ariel Scaliter, CTO da Agrotoken sobre os desafios da empresa, as novidades e os próximos lançamentos.

Como funciona os tokens da Agrotoken?

O nosso objetivo é converter os ativos reais como a soja (SOYB), o milho (CORB) e o trigo (WHEB) em ativos digitais. 

Para se ter uma ideia de valores, um token representa uma tonelada reservada em uma coleção. Da mesma forma, cada tonelada é validada por meio do PoGR (Grain Reserve Test), que é transparente, seguro, descentralizado e auditável a todo momento.

Com os ativos digitais, os produtores podem realizar diversas operações dentro de uma rede de negócios que aceitam os agrotokens. 

Eles podem adquirir insumos, maquinários, realizar o pagamento de serviços por meio de um link ou QR e até mesmo a solicitação de um cartão Agrotoken Visa.

Tokens digitais no agronegócio: a chegada do Agrotoken

Quais são as últimas novidades?

A Agrotoken foi a primeira empresa no mundo a criar tokens fungíveis a partir de commodities agrícolas.

A organização foi fundada com o propósito de digitalizar e democratizar o agronegócio, permitindo que os produtores rurais digitalizem sua produção e através da sua carteira digital possam comprar o que precisar, desde sementes, insumos e serviços ou até mesmo usar do cartão visa Agrotoken lastreado em grãos.

Ampliamos os negócios para atender uma demanda crescente do mercado, em julho deste ano, com o lançamento da Justoken, uma empresa global de infraestrutura de blockchain, que atua em diversos setores. 

Entre algumas das nossas principais iniciativas estão:

  • Agrotoken (commodities)
  • Landtoken (terra)
  • Pectoken (gado)
  • Enertoken (energia)
  • SAYKY (sustentabilidade)

O que faz e quem pode negociar esses tokens? Quais são as vantagens?

A Agrotoken opera criando tokens digitais lastreados em commodities agrícolas reais. Funciona através da tecnologia blockchain, que garante a segurança e rastreabilidade das transações.

Dentro do ecossistema, os produtores rurais digitalizam suas commodities e podem usá-la na compra de sementes, insumos, fertilizantes, máquinas e o que precisar.

Entre as vantagens, estão: maior transparência, segurança contra fraudes, além de facilitar o acesso ao crédito.

Oferecemos a possibilidade de continuar usando soja e milho, para pagar e comprar dos diferentes agentes da cadeia, mas transformados em uma moeda forte, estável e segura

Inclusive 80% dos nossos usuários usam seus agrotokens para compra de maquinários, equipamentos, insumos e sementes, além do cartão Agrotoken Visa, aceito em mais de 80 milhões de estabelecimentos no mundo, de forma fácil, transparente, eficiente e segura.

Qual é a sua importância no mercado dos ativos digitais? Quais são as suas perspectivas para os próximos anos?

A Agrotoken desempenha um papel fundamental no mercado de ativos digitais, ao trazer inovação para o agronegócio com o uso de blockchain. A tokenização de commodities representa uma nova fronteira no financiamento e nas negociações do setor. Para os próximos anos, a empresa prevê uma expansão significativa tanto em volume de negócios quanto em novas parcerias.

Como tem atraído novos clientes e quais são os seus desafios?

A Agrotoken facilita os negócios no setor agro ao permitir que produtores transformem suas commodities em ativos digitais. A empresa atrai novos clientes ao oferecer uma solução inovadora, segura e eficiente, através de soluções como blockchain.

Os desafios incluem a educação do mercado sobre os benefícios da tokenização e a integração das operações tradicionais do agronegócio com as novas tecnologias digitais.

 Ariel Scaliter, CTO da Agrotoken

Ariel Scaliter, CTO da Agrotoken

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