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Xiaomi ativa carteira cripto da Sei em milhões de celulares

Xiaomi pré-instala a carteira cripto da Sei em milhões de smartphones e prepara pagamentos com stablecoins a partir de 2026.

Celular da Xiaomi usando com a carteira cripto da Sei pré-instalada e

A seguir:

  1. Xiaomi inicia distribuição global com a carteira cripto da Sei pré-instalada.
  2. Parceria prevê testes de pagamentos com stablecoins até 2026.
  3. Iniciativa fortalece a adoção do Web3 em dispositivos móveis.

Ao anunciar a pré-instalação da carteira cripto da Sei em milhões de smartphones, a Xiaomi deu início a uma ação estratégica que pode impactar o panorama mundial da adoção digital. 

A ação surge de uma colaboração direta com a Sei Labs, desenvolvedora da blockchain Sei, posicionando a fabricante entre as pioneiras no setor tecnológico a incorporar um ecossistema Web3 de maneira nativa em seus dispositivos fora da China continental e Estados Unidos.

Dessa forma, a Xiaomi torna a criptosfera acessível de forma mais simplificada a seus usuários e, ainda, intensifica sua atuação em países onde transações com ativos digitais são comuns.

Por fim, o movimento da companhia abre caminho para que novas formas de pagamentos sejam testadas, fomentando tanto o consumo quanto a inovação mobile. 

A parceria global e a evolução da carteira cripto da Sei

A disponibilização do novo aplicativo representa um progresso significativo para a blockchain Sei. A carteira cripto da Sei vem integrada ao sistema dos dispositivos, possibilitando que os usuários acessem o ecossistema usando o login do Google ou da própria Xiaomi

Assim, o processo fica mais simples e encoraja a adesão de pessoas que ainda não se acostumaram a usar carteiras convencionais.

A solução emprega a computação multipartidária (MPC), proporcionando maior segurança e controle ao usuário. Ademais, a interface proporciona acesso direto a aplicativos populares, funcionalidades de pagamentos entre indivíduos e assistência para comerciantes interessados em trabalhar com ativos digitais.

O lançamento começa em regiões estratégicas, como Europa, América Latina, Sudeste Asiático e África. Ao mesmo tempo, a Sei Labs prepara um fundo de US$ 5 milhões, que impulsionará projetos focados em aplicações móveis e levará mais ferramentas blockchain ao consumo diário.

Portanto, a Xiaomi e a Sei estão avançando em conjunto em novos testes que permitirão aos usuários comprar produtos de suas marcas (incluindo smartphones e até veículos elétricos)usando stablecoins por meio da carteira criptografada de Sei. Entre elas está o USDC, um dos tokens mais utilizados no varejo digital.

As primeiras fases de testes acontecem em Hong Kong e na União Europeia, com previsão de início até meados de 2026. Depois disso, outras regiões entram na lista, reforçando a estratégia global de transformar os pagamentos digitais em uma experiência simples e acessível.

Esse movimento consolida a Xiaomi como uma das empresas mais abertas à integração com o ecossistema Web3. Ao mesmo tempo, cria um ambiente em que a carteira cripto da Sei ganha relevância mundial ao estar presente diretamente no sistema operacional de milhões de dispositivos.

A corrida dos smartphones cripto e o crescimento desse mercado

Apesar de ser uma iniciativa de grande escala, a Xiaomi não é a primeira companhia a explorar smartphones como porta de entrada para o universo cripto. A tendência vem crescendo há anos e ganha força à medida que mais blockchains desenvolvem soluções voltadas ao mobile.

Por exemplo, a Solana Mobile já lançou o Saga em 2022 e, posteriormente, o Seeker, que recebeu mais de 150 mil pré-encomendas. O dispositivo evoluiu, recebeu melhorias de hardware, uma loja de aplicativos descentralizada e tecnologias que simplificam o gerenciamento de sementes. 

A empresa planeja lançar o token SKR em 2026, que será integrado ao ecossistema móvel da Solana.

A Samsung também segue esse caminho ao integrar recursos cripto à Samsung Wallet em parceria com a Coinbase. Assim, cerca de 75 milhões de usuários Galaxy nos Estados Unidos conseguem comprar criptomoedas diretamente no smartphone, com expansão prevista para outros mercados.

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